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O bebê chora porque está com frio, porque o barulho está alto, porque a cada 10 minutos alguém o tira do berço para uma foto! O bebê chora porque a etiqueta da roupa incomoda, porque a fralda está cheia, porque ele há pouco estava aninhadinho, protegido, sossegado no útero e agora... Ah... A vida ficou tão diferente... O bebê chora (e espirra) porque tem muito cheiro forte na casa e nas pessoas. Chora porque a água do banho está fria ou quente demais... Ele também chora porque está com fome, mas NEM SEMPRE ESTÁ COM FOME QUANDO CHORA!!! Chora porque não sabe falar, nem escrever o que está sentindo! Você ganhou ou vai ganhar um bebê? Saiba ele VAI CHORAR, não vem com Manual de Instruções e você (como eu), muito provavelmente, NÃO DORMIRÁ MAIS COMO ANTES! Não existe "gotinha" milagrosa, nem POWER mamadeira que faça com que ele amadureça da "noite para o dia"! Acalme seu coração, mantenha-se equilibrado, permita que o bebê seja: BEBÊ! Com o tempo vocês vão se conhecer melhor... Com MUITO amor, Andreia Friques

Um longo estudo realizado na Universidade do Texas (EUA) observou os efeitos do envolvimento dos pais na vida acadêmica dos filhos. Após três décadas de pesquisa e rastreamento de mais de 60 tipos de relação parental na educação, de ajuda com o dever de casa até a realização de trabalho voluntário na escola, cientistas descobriram que – sim, acredite! – alguns tipos de participação, incluindo ajudar com a lição, na verdade puxam o desempenho para baixo. Para a autora do estudo, Keith Robinson, isso está relacionado ao fato de que muitos pais se esquecem – ou nunca entendem completamente – aquilo que a criança está aprendendo e acabam confundindo a cabeça do filho. Abaixo, você confere alguns conselhos para não cair no mesmo erro:  Cuidado com o que fala! A forma como o adulto percebe a lição de casa pode influenciar a relação da criança com a tarefa. Se você fala algo do tipo “termine logo esse dever para a gente sair”, a criança vai introjetar a informação de que aquilo é uma obrigação chata.  Perceba como o seu filho enxerga aquela tarefa, se tem dificuldades ou dúvidas, se está se esforçando para terminar.  A partir daí, tente ajudá-lo em seus pontos fortes, sempre explicando que a lição de casa é muito importante para ajudá-lo a entender o conteúdo aprendido. * Fonte: Revista Crescer

Geralmente, começamos a oferecer papinha ao bebê a partir dos 6 meses completos, para os que mamam no peito, podendo ser um pouco antes para os alimentados por fórmulas* (cada caso deve ser avaliado individualmente segundo a Soc. Brasileira de Pediatria*). . Uma frutinha de manhã, alguns dias depois, uma frutinha a tarde (esse processo pode acontecer de várias maneiras diferentes) e finalmente a papinha que hoje NÃO chamamos mais de papinha SALGADA e sim, PAPINHA PRINCIPAL. Nessa fase, é importante que o bebê conheça os alimentos da maneira mais natural possível. Por isso, cozinhe os ingredientes sem adicionar SAL. Por volta do décimo mês de vida, acrescente pequenas pitadinhas de Sal Marinho ou Sal Rosa do Himalaia ou Sal grosso com ervas (são os q eu geralmente indico). O objetivo é q/ a criança, por volta de 1 ano, esteja apta a se alimentar com a comida habitual da família (Saudável, é claro)! Por isso, temos q/ gradativamente, evoluir tanto na CONSISTÊNCIA, quanto no sabor da comidinha dele. Deixe seu filho tocar na comidinha, sentir sua textura, e levá-la à boca sob a sua supervisão. Não utilize peneiras nem liquidificador! Essa é uma fase muito gostosa, aproveite! Andreia Friques

Você sabia? Que o ideal é que o bebê seja pesado sempre sem roupinha, sem fraldinha, de preferência na mesma balança e, quando possível, em horários aproximados? Isso evita que você ele aquele susto achando que ele ganhou ou perdeu peso demais; além de ser um parâmetro mais fiel para o pediatra e nutricionista. Andreia Friques    

ELE NÃO QUER SAIR DO PEITO e toda hora surge alguém dizendo: deve ser fome!   COMO SABER SE A QUANTIDADE DE LEITE QUE O BEBÊ INGERE É SUFICIENTE?
  1. 1. Acompanhe o ganho de peso; logo que o bebê tiver alta, ainda na 1ª semana, deve ir à consulta com o pediatra. Se você estiver insegura com o peso, ou se houver alguma dúvida a esse respeito, combine de pesá-lo novamente alguns dias depois.
  2. Se o ganho de peso estiver adequado é porque está mamando o suficiente.
  3. Observe a URINA do bebê; ela deve estar clarinha, quase transparente. Se estiver escura, manchar a fraldinha, concentrada, pode ser um sinal de que ele está ingerindo pouco leite. Nesse caso, observe se está seguindo o "passo a passo" que postei alguns dias atrás com dicas para aumentar a produção de leite e comunique ao pediatra!
  4. Não desista de amamentar! Às vezes são necessários alguns ajustes nesse início, mas TUDO VAI DAR CERTO!
Andreia Friques  

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Muitas mulheres desejam amamentar, se esforçam, se dedicam, mas não conseguem, por diversos motivos! Há muitos anos acompanho mães amamentando e vivi pessoalmente a experiência de amamentar meus filhos! Para muitas, essa etapa da vida que deveria ser tão natural acaba sendo um desafio grande e às vezes "sofrido". Para mim, o segredo do sucesso está em uma "rede de apoio à mulher que amamenta". Dica de hoje: 7 coisas que ATRAPALHAM a mulher que deseja amamentar: 1) Não ser bem preparada durante a gestação! As orientações para o Aleitamento Materno devem ser iniciadas desde a 1ª consulta! 2) Não receber o suporte adequado na MATERNIDADE! Muitos serviços não conseguem dar o apoio que a mãe precisa e acabam por estimulá-la a aceitar a oferta precoce da fórmula infantil em muitos casos, sem uma real necessidade! 3) Não ter apoio suficiente da FAMÍLIA! Papai, Avós, Tias, Babás: a mãe precisa do suporte, carinho e compreensão de vocês! 4) Não conseguir descansar! Excesso de visitas, falta de organização na logística da casa, atrapalham (e muito)! Mamãe: quando o bebê dormir, "largue tudo" e durma também! 5) Dar ouvido aos "palpiteiros de plantão"! Sempre tem alguém para dizer que seu leite é fraco, que ela não amamentou o filho e nem por isso ele deixou de ser super saudável, etc! Tampe seus ouvidos! 6) Ser levada a acreditar que amamentar é um "mar de rosas" e concluir: se comigo não está sendo fácil, é porque algo está errado! Querida, cada caso é um caso! Para muitas mulheres os primeiros 3 meses são difíceis mesmo! Busque apoio em um Banco de Leite, não desista! 7) Beber pouco líquido! Você precisa ingerir entre 3 a 4 litros de líquidos por dia (água, sucos naturais, chás calmantes: erva doce, frutas, camomila, etc). Deixe garrafas de água espalhadas pela casa, parece bobagem, mas não é! Andreia Friques
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